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Experiente no futebol árabe, treinador brasileiro analisa seleção Saudita e destaca força da Copa no Catar

Luis Antônio Zaluar tem experiência no futebol árabe e destacou a o momento atual do futebol na região

28/01/2022 às 22h53
Por: Redação EF
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A Copa do Mundo de 2022, que será realizada no Catar, se aproxima. E com isso, cada vez mais equipes vão garantindo sua classificação.

Na Eliminatórias da Ásia, a seleção da Arábia Saudita tem reais chances de conquistar a vaga. O futebol do país, inclusive, é um relevante destino para profissionais brasileiros do futebol que vão para o exterior. 

O treinador de futebol Luis Antônio Zaluar é um desses exemplos, que com experiente carreira, passou grande parte da sua trajetória profissional no mundo árabe. 

O seu último trabalho foi justamente na Arábia Saudita, quando foi campeão e conquistou o acesso de divisão com o Al-Okhdood Club. Após viver bom tempo no país, foi possível acompanhar a seleção e destacou a possibilidade deles estarem na próxima Copa.

- A seleção da Arábia Saudita é uma das mais fortes da Ásia, sem dúvida nenhuma. O futebol saudita hoje tem quatro clubes dentro do cenário internacional da Ásia com um potencial enorme e isso fornece jogadores de alto nível. O Al-Hilal é o atual campeão da Copa da Ásia e tem seis jogadores titulares da seleção saudita, que é treinada por um francês. Estão num grupo dificílimo, que tem Japão e Austrália e são só duas vagas, mas a Arábia Saudita está com um pé praticamente nessa próxima Copa e eu acho merecido. O futebol lá evoluiu muito, com a quantidade de estrangeiros, não só treinadores, como jogadores fez com que eles ficassem muito mais experientes internacionalmente. E acho que futebol saudita evoluiu muito, com isso a seleção ganha jogadores com mais experiência internacional e logicamente os resultados da seleção vem - disse 

A Seleção Saudita derrotou Omã, na última quinta-feira, e está ainda mais próxima da Copa do Mundo. O próximo duelo será contra o Japão, segundo colocado do grupo. 

O técnico brasileiro também acumula passagem pelos Emirados Árabes Unidos e pelo Catar, sede da Copa do Mundo de 2022. O profissional destacou o que espera da Copa em termos de organização, baseado no que viveu nos anos em que trabalhou por lá. 

- Tive a oportunidade de trabalhar no Catar, e nos Emirados Árabes também. São países bem menores, com um potencial de jogadores bem inferior a Arábia Saudita. Mas são países muito ricos apesar de pequenos e tem uma estrutura física muito grande, de estádios e tem um poder financeiro muito grande. Acho que é justo e interessantíssimo a escolha de um país árabe como sede da Copa do Mundo, porque o futebol lá no Golfo, principalmente esses três países decolaram de uma forma bem grande, e continuam investindo pesado em jogadores, em treinadores. A estrutura física de estádios, dos clubes, é fantástica - finalizou

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